Fazer as coisas em primeiro lugar para si mesmo não é egoísmo.
Às vezes nos escondemos atrás da máscara do amor e do altruísmo dizendo que fazemos pelo outro porque amamos, quando na verdade estamos fazendo pelas nossas carências e pelo nosso orgulho, muitas vezes nos machucando porque ainda não aprendemos o autoamor.
Como pode ser a lógica de amar o outro quando eu não conheço o amor por mim mesmo?
Enquanto não desenvolvermos o amor altruísta verdadeiro, precisaremos fazer as coisas por nós mesmos, e é precisamente a partir do autorrespeito e da auto-aceitação que desenvolvemos o amor.
É preciso impor limites nas relações e fazer isso a partir do autorrespeito. Não significa não fazer coisas por quem amamos, mas não fazer quando com isso estamos nos machucando, nos traindo. E quando fizermos, que seja com amor, e sem sentirmos que um pedaço de nós está indo embora.
"O Amor é a força mais abstrata, e também a mais potente que há no mundo"
(Mahatma Gandhi)
(Mahatma Gandhi)
segunda-feira, 2 de março de 2015
Linha tênue entre doar e recortar
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