Dança, menina, dança. Eleva os braços ao alto, e quando os trouxer de volta, deixe cair os laços que te prendem.
Esperança, a vida é cheia de idas e vindas, de encontros e despedidas, como o seu olhar cruza a lua nas noites de cheia e depois volta ao mundo vasto, calado.
Dança, menina, dança. Rememora os bons momentos e grava o que valhe a pena, marca no seu corpo o que te fez chorar e gozar, marca no seu corpo o aprendizado pra continuar a dançar.
Mas deixa o seu corpo seguir, confia. A pose que ficou tão boa é só fração de toda a dança, do seu corpo que te guia.
Então levanta. Corre atrás do vento, brinca com os passarinhos, com os bichos que te espreitam, com os vieses que te enleiam.
E que suas lágrimas e seus sorrisos sejam fluidos como o lago que ora corre, como seus braços que agora escorrem. Que o seu guia seja o não sei quê que vem de dentro, a luz que você guarda no peito.
"O Amor é a força mais abstrata, e também a mais potente que há no mundo"
(Mahatma Gandhi)
(Mahatma Gandhi)
sexta-feira, 19 de junho de 2015
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