"O Amor é a força mais abstrata, e também a mais potente que há no mundo"

(Mahatma Gandhi)







domingo, 1 de maio de 2016


Em busca da essência que constitui a minha identidade, me perdi. Quais são as cores e os humores que fazem de mim eu mesma e não um outro alguém?

Considerando que eu exista apenas diante da alteridade, onde me localizar quando o limiar que me separa do mundo é tão etéreo? Seria esse limiar etéreo parte da minha identidade? Seria, então a minha identidade de essência mais volátil? Mas “mais” em relação a que ou quem?

Quem eu sou só pode ser em relação aos outros. É diante do outro que me reconheço e existo, e é na relação com o outro que me constituo. Seria isso suficiente para nos reconhecermos humanidade, interconectada e interdependente? Seria isso suficiente para igualar os movimentos cíclicos de união e separação, os quais têm pendido para a separação?

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